Propostas em construção

 Nosso foco:

  • PESSOAS DA COMUNIDADE ACADÊMICA;
  • ATIVIDADES-FIM DA UNIVERSIDADE;
  • QUALIFICAÇÃO DA INFRAESTRUTURA E DOS PROCESSOS.

Nossa opinião:

Inovar a cada passo o modelo de gestão para ampliar o desempenho e se adaptar a uma sociedade em mudança é questão de sobrevivência para a universidade. A UTFPR – Campus Curitiba tem em seu DNA a inovação. Como, então, gerenciar nossa capacidade de inovar, aplicar e distribuir recursos, desenvolver estratégias e avaliar o desempenho?

Um gestor deve pavimentar o caminho para que ideias e sonhos possam se concretizar. Para que as quantidades imensas de imaginação e iniciativas humanas latentes em nossa comunidade acadêmica possam se transformar em projetos úteis e viáveis, para o bem de toda a sociedade que nos sustenta.

Consolidar a identidade e a eficiência institucional, além de agir na articulação das atividades de integração realizadas nas diversas diretorias de área, departamentos, coordenações e núcleos está entre os desafios do Diretor-geral para a próxima gestão. As experiências adquiridas, respeitando características próprias e especificidades de cada setor, devem ser incorporadas no modelo de gestão proposto pela direção, de forma sinérgica e construtiva.

Eixos norteadores do modelo de gestão que propomos:

  1. GESTÃO TRANSPARENTE, DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA
  2. MELHORIA DA INFRAESTRUTURA
  3. INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO (TI) E SEGURANÇA
  4. APRIMORAMENTO DA QUALIDADE DE VIDA E DA FORMAÇÃO DOS SERVIDORES E ESTUDANTES
  5. COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO
  6. EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E SEUS NÚCLEOS DE COMPETÊNCIA
  7. FORMAÇÃO E A PRÁTICA ACADÊMICA
  8. CADEIAS DE PESQUISA
  9. ATIVIDADE EMPREENDEDORA E PRÁTICA DA SUSTENTABILIDADE
  10. INOVAÇÃO

GESTÃO TRANSPARENTE, DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

  1. Escolha das pessoas que assumirão funções administrativas na equipe de gestão direta do campus realizada a partir de nomes advindos de listas tríplices, indicados por seus pares nas áreas específicas;
  2. Capacitação inicial específica dos servidores da equipe de gestão para o exercício das diferentes funções administrativas, em todos os níveis;
  3. Criação imediata do Conselho do Campus Curitiba (CCC), formado por docentes, técnicos-administrativos em educação e discentes, eleitos por seus pares, segundo regulamento próprio elaborado por comissão paritária e chancelado pela comunidade acadêmica, para auxiliar a direção-geral na discussão de temas importantes, no planejamento de ações e na tomada de decisões;
  4. Elaboração e implantação de um Sistema de Informação e Comunicação (SIC) para acompanhamento de indicadores de desempenho atingidos pelos ocupantes de cargos de confiança e estratégicos no campus, em todos os processos institucionais, como ferramenta de avaliação da gestão;
  5. Revisão dos indicadores e atualização do modelo de descentralização de recursos de custeio e investimento entre as diretorias e departamentos acadêmicos do campus, com base nas novas configurações, propiciando um processo democrático, transparente, dinâmico e menos burocrático;
  6. Normatização e aplicação de processo de eleição de coordenadores de curso;
  7. Realização de diagnóstico necessidades/soluções infraestruturais dos departamentos, com respeito a características específicas (tamanho, área, natureza das atividades, corpo docente e estrutura laboratorial), visando à qualificação das atividades desenvolvidas, estabelecimento de prioridades e criação e aplicação de plano de execução interdepartamental/setorial;
  8. Fomento ao diálogo permanente trans- e interdisciplinar para compartilhar o uso de laboratórios e outros espaços, a oferta de disciplinas comuns (obrigatórias, eletivas) e a otimização da carga-horária de professores. Criar as condições de contorno para a transformação dos atuais departamentos em futuras faculdades ou institutos por área do saber, dinamizando a execução das atividades e diminuindo a burocracia atual;
  9. Integração, por meio de encontros periódicos, dos Centros Acadêmicos, Coletivos, Atléticas e do DCE à gestão do campus, democratizando-a e promovendo a participação efetiva das organizações estudantis com ideias, sugestões e projetos;
  10. Inclusão, nos editais de licitação das empresas de alimentação, da obrigatoriedade para que haja a participação de pequenos produtores locais como fornecedores dos insumos dos restaurantes.

MELHORIA DA INFRAESTRUTURA

  1. Garantia de manutenção do funcionamento da Diretoria-Geral, das Diretorias de Área e de setores administrativos estratégicos na Sede Centro, com modelo itinerante periódico e de calendário fixo nas demais sedes, tendo como base a utilização do SEI – Serviço Eletrônico de Informação da UTFPR;
  2. Distribuição dos espaços e ambientes atuais da Sede Centro do campus com a participação efetiva das chefias e coordenações de todas as diretorias de área, bem como da comunidade acadêmica, em consonância com as necessidades da Reitoria, que permita construir um Plano Diretor que verdadeiramente atenda aos anseios dos docentes, técnicos-administrativos em educação e estudantes;
  3. Elaboração de um Plano Diretor para a Sede Neoville (CIC), ouvida toda a comunidade, a partir de pré-projetos já apresentados (DEAAU, DEPRO), contemplando diretrizes de ocupação bem definidas, com planejamento de implantação gradual e responsável, que verdadeiramente atenda aos anseios dos docentes, técnicos-administrativos em educação e estudantes, tendo como base o processo de consulta e preparação que permitiu concluir a ocupação da Sede Ecoville;
  4. Implantação gradual e planejada de ambientes e serviços básicos na Sede Neoville (CIC), como de alimentação e biblioteca;
  5. Estudo de viabilidade e implantação de sistema de transporte regular entre as três sedes (linha intersedes);
  6. Projeto e implantação de salas de apoio equipadas para acolhimento e atendimento de servidores docentes e técnico-administrativos em educação em trânsito, nas três sedes do campus;
  7. Projeto e implantação de ambientes físicos com infraestrutura necessária e adequada para o desenvolvimento das atividades das Agremiações Estudantis, de todos os Centros Acadêmicos e das Empresas Juniores do campus;
  8. Implantação de sistemas de tele/videoconferência nas três sedes para a realização frequente de debates e reuniões de trabalho, com a participação de dirigentes e membros da comunidade, sem a necessidade constante de deslocamentos, otimizando tempo, recursos humanos e financeiros;
  9. Desenvolvimento imediato e permanente de tratativas com a Prefeitura de Curitiba (URBS, SMOP, Administrações Regionais), órgãos de segurança regionais, municipais e estaduais (GMC, PMPR, PCPR, CONSEGs), Associações locais (Lideranças Comunitárias, Associações de Moradores, Associações Industriais, de Comerciantes e de Setores de Serviço) nos bairros para a realização de obras estratégicas e de segurança junto ao entorno das sedes (redutores de velocidade, passagens de nível, passarelas, postos de policiamento) e melhoria no sistema de linhas de ônibus que contemplem as sedes Neoville (CIC) e Ecoville;
  10. Implantação de um Sistema Informatizado de Utilização dos Restaurantes Universitários (SIRU), integrado aos demais setores, visando substancial redução das filas, preservando os empregos gerados;
  11. Elaboração e execução de projeto de paisagismo e pavimentação adequada nas sedes Ecoville e Neoville (CIC), aproveitando as expertises existentes na Instituição (DEAAU, DADIN, DEPRO, etc);
  12. Elaboração, construção e/ou adequação de mais espaços de convivência para estudantes nas três sedes, aproveitando as expertises existentes na Instituição (DEAAU, DADIN, DEPRO, etc);
  13. Instalação de sofás e máquinas de café/cafeterias nas bibliotecas;
  14. Estabelecimento de diálogo com a comunidade sobre viabilidades e plano de utilização dos terrenos adquiridos junto à Sede Centro (quadra da Av. Silva Jardim com Rua Westphalen), respeitando os interesses institucionais;
  15. Promoção de uma ampla rediscussão com a comunidade acadêmica com vistas à formalização dos nomes definitivos a serem adotados para as Sedes “Ecoville” e “Neoville” (CIC), à luz dos nomes oficiais dos bairros em que se encontram.

INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO (TI) E SEGURANÇA

  1. Revisão, adequação e aprimoramento das redes de Internet sem fio e cabeada nas três sedes do campus, solucionando os atuais problemas de acesso e utilização. Para isso, prospectar alternativas junto à RNP, às empresas de telecomunicações e demais entes envolvidos para reduzir os custos deste investimento, que são elevados;
  2. Implementação de infraestrutura para desenvolvimento colaborativo de softwares, objetivando a efetiva participação do corpo técnico e de usuários finais de todos os setores, sob a coordenação da COGETI, visando produzir softwares de alta qualidade e que atendam às necessidades da gestão (com cadastro baseado em pesquisa nos diferentes departamentos, a fim de suprir as demandas existentes) e do serviço público como um todo, inclusive para disponibilização através do Portal do Software Público Brasileiro;
  3. Incorporação de tecnologias inovadoras (como a Internet das Coisas – IoT) em redes de comunicação, armazenamento e mineração de dados, processamento e infraestrutura em nuvem, desenvolvimento de softwares e virtualização, a fim de reduzir custos e permitir a oferta de melhores serviços no âmbito do campus;
  4. Discussão junto à comunidade, para a implantação do plano “todos cuidam de todos”, conforme já executado na gestão 2008-2013, em parceria com órgãos de segurança pública. Em paralelo, agir na busca de soluções imediatas para as vulnerabilidades atuais existentes nas questões de segurança do campus;
  5. Inclusão do Campus Curitiba em programas de desenvolvimento urbano sustentado em segurança pública, à luz do que ocorre em universidades de países desenvolvidos, incentivando a participação de especialistas na busca de soluções comportamentais, arquitetônicas, de paisagismo e iluminação urbana que auxiliem na diminuição dos índices de criminalidade;
  6. Instalação planejada de centrais de monitoramento e/ou sistemas de segurança preventivos eficientes contra furtos e roubos em ambientes essenciais nas instalações físicas das três sedes, incluindo suas bibliotecas e laboratórios.

APRIMORAMENTO DA QUALIDADE DE VIDA E DA FORMAÇÃO DOS SERVIDORES E ESTUDANTES

  1. Elaboração e colocação em prática do Plano de Ação para Gestão Participativa (PAGP), que englobará diversas atividades de integração que terão como fio condutor o bem estar e a qualidade de vida das pessoas (servidores e estudantes como atores principais);
  2. Realização periódica de encontros de trabalho, intra e interdiretorias, envolvendo todos os servidores;
  3. Elaboração e discussão de regras para gestão e acompanhamento de solicitações de remanejamento entre diretorias, departamentos e setores do campus, remoção de servidores entre campi e redistribuição e permuta de servidores entre IFES, protocolados por servidores lotados no campus, por meio de um banco de dados interativo, alimentado e gerenciado permanentemente (fluxo contínuo), que permita acesso direto a todos os interessados, com total transparência e possibilidade de rastreamento de códigos de vaga, em consonância com os regulamentos que estão sendo elaborados no âmbito da Reitoria;
  4. Realização de estudos sobre criação e implantação de um modelo matemático baseado em critérios definidos pelas chefias de departamento, coordenações de cursos e de programas, ouvindo conselhos departamentais, colegiados e pares, sendo analisado e aprovado junto ao Conselho do Campus Curitiba, como referência para a distribuição de vagas de professores e técnicos-administrativos;
  5. Elaboração de regras internas claras e democráticas, que permitam que todos os servidores se planejem e tenham o direito de solicitar e ter concedida Licença Capacitação e outros benefícios legais;
  6. Promoção e incentivo à capacitação permanente, para que todos os técnicos-administrativos em educação possam trabalhar na assessoria de cursos de especialização e de extensão universitária, a fim de ampliarem sua renda, mediante o atendimento ao estabelecido em regulamento próprio;
  7. Criação de canais institucionais específicos para denúncias de assédio (moral, psicológico, sexual) com total sigilo e discrição;
  8. Recriação de ambientes de estudos 24 horas confortáveis e devidamente equipados para os estudantes do campus, nas três sedes;
  9. Promoção, juntamente com os organismos representativos discentes, de eventos reunindo lideranças estudantis, esportivos, artísticos e culturais de forma multissede, visando ao intercâmbio e conhecimento entre todos os estudantes de todos os cursos do Campus. Neste caso, serão destinados recursos e iniciativas de sucesso, como as promovidas pelas Atléticas, servirão de base para o projeto;
  10. Destinação de recursos para capacitação, treinamento e formação de equipes esportivas competitivas em diferentes modalidades, em parceria com patrocinadores, auxiliando na divulgação da marca e da imagem institucional;
  11. Elaboração de plano de trabalho para contratação de empresa prestadora de serviços para fornecimento de profissionais habilitados ao atendimento de estudantes deficientes e/ou com mobilidade reduzida (conforme exigência do Decreto 9.034, de 20/04/2017),
  12. Valorização adequada das diversas atividades docentes, com a criação de programas permanentes de acompanhamento e aprimoramento desta prática, capitaneadas pelo DEPED/DIRGRAD;
  13. Criação e implantação de política de valorização da vida acadêmica dos estudantes, por intermédio dos departamentos DEPED/DIRGRAD e seus núcleos, com aprimoramento das ofertas de ensino (combate à evasão, formação de bolsões e realização de cursos de férias), projetos especiais e atividades esportivas, culturais e artísticas;
  14. Acompanhamento dos processos de progressão funcional dos servidores, em suas diferentes carreiras e categorias, com atenção especial à política de capacitação e qualificação do servidor técnico-administrativo em educação (TAE), com programas de incentivo e de oferta de cursos de graduação e pós-graduação lato e stricto sensu (próprios e via Minter e Dinter), dentro das áreas de interesse individual e institucional;
  15. Promoção da integração do cadastro de oferta de estágios entre os departamentos do campus, com interface entre os demais campi, para ampliar o acesso a oportunidades aos nossos estudantes, no âmbito do Paraná e outros Estados;
  16. Ampliação da mobilidade intersedes, por meio da definição e implantação de política de apoio e fomento a uma maior interação entre as pessoas, em seus cursos, departamentos e setores;
  17. Acompanhamento dos trabalhos da comissão da Reitoria que trata do regulamento que pretende oficializar e implantar um programa de desenvolvimento de atividades no sistema home office, seguindo a tendência mundial de melhoria na eficiência do trabalho e da qualidade de vida das pessoas;
  18. Incentivo ao desenvolvimento de atividades lúdicas, envolvendo a academia e a sociedade, integrando o corpo social acadêmico e os cidadãos curitibanos, bem como aqueles dos municípios da região metropolitana;
  19. Realização de ação junto à Reitoria para que haja priorização da manutenção de um fundo de custeio para subsidiar os restaurantes universitários (RUs), utilizando recursos advindos do PNAES e próprios, buscando a redução do preço final pago pelos estudantes e servidores;
  20. Promoção de estudos de viabilidade e futura implantação do Programa de Moradia Estudantil (PME) no Campus Curitiba, dando prioridade aos estudantes oriundos de outros estados, ingressantes pelo sistema Enem/Sisu e às atividades de intercâmbio intercampi e institucional. O objetivo é prospectar parceiros, públicos e/ou privados, por meio da celebração de comodatos de prédios públicos, acordos para a utilização de mão de obra e subsídios para obras de reforma ou construções, parcerias público-privadas (PPPs).

COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO

  1. “Nacionalização” da Universidade: torná-la conhecida, contar sua história no Paraná e em outros estados. Criar e implantar política de incentivo ao desenvolvimento de parcerias locais e regionais, dentro e fora da UTFPR, valorizando os “prata da casa”;
  2. Desenvolvimento de um plano de marketing institucional aproveitando as expertises do campus – projetar a grife UTFPR – Curitiba, desenvolvendo produtos que auxiliem na divulgação da marca e da imagem;
  3. Incentivo ao desenvolvimento da UTF-Rádio, já em início de funcionamento junto à COTED-CT, para veiculação de programação cultural e tecnológica, produzida por discentes e servidores docentes e técnico-administrativos, promovendo a integração das comunidades acadêmicas das três sedes entre si, entre campi e com o público externo;
  4. Formalização de programa de apoio permanente ao desenvolvimento e divulgação de projetos acadêmicos institucionais, tais como Mini Baja, Futebol de Robôs, Aerodesign, Fórmula SAE, Você Conectado, Projeto ETM, Museu Tecnológico, Rede de Extensão, etc, consolidando-os na comunidade como divulgadores da marca institucional;
  5. Criação e manutenção de um portfólio eletrônico e dinâmico que apresente todos os profissionais atuantes, laboratórios e equipamentos disponíveis na Instituição, por áreas, divulgando adequadamente nosso imenso potencial de recursos humanos e tecnológicos atual à sociedade e à comunidade empresarial, com vistas a fomentar parcerias e projetos conjuntos, de maneira robusta e eficiente;
  6. Criar programa institucional de divulgação e marketing interno e externo da rede neural de laboratórios multiusuários, gerando maior visibilidade das atividades de extensão e pesquisa e de seus projetos inovadores, facilitando o estabelecimento de novas parcerias, ampliando-a continuamente;
  7. Apoio permanente a programas governamentais e não governamentais de intercâmbio docente e discente, como Capes/Brafitec (França), Bolsas de Estudos JICA (Japão), Probal e Unibral (Alemanha), Fundação Estudar, Fundação Carolina (Espanha), Fundação Lemman, Laspau (EUA), Luffic Neso Brazil (Holanda), Bolsas Ibero-Americanas, Bolsas Luso-Americanas (Portugal), Bolsas Top-España (Espanha) e Bolsas Top-China (China), dentre outros;
  8. Expansão e socialização dos mecanismos de integração com agentes de desenvolvimento, incentivando programas de apoio e atendimento a necessidades sociais;
  9. Formalização de eventos periódicos com a bancada paranaense de parlamentares ligados à região metropolitana de Curitiba, para garantir melhor aproveitamento dos benefícios políticos, como os recursos provenientes de verbas de emendas parlamentares individuais e de bancada, sem comprometer a autonomia e respeitando o PDI da universidade;
  10. Criação de lista aberta de prioridades atendendo às necessidades expressas pela comunidade universitária para integrar o Plano de Representação Política Institucional, como ferramenta interativa e transparente de ação, incluindo a participação institucional com representação proativa nos fóruns, eventos e entidades locais;
  11. Melhoria da integração dos setores de relacionamento com a comunidade e de comunicação (DIREC/ASCOM). Criar banco de dados integrado e compartilhar informações sobre egressos, empresas ou convênios firmados, desburocratizando e dando maior agilidade aos procedimentos;
  12. Incentivo à prospecção de recursos por meio de um Programa de Apoio aos Cursos de Especialização (PACE), aproximando-os da DIREC e agilizando os processos de aprovação dos mesmos nos Conselhos. Firmar parcerias e estender os cursos para a região metropolitana, incluindo a modalidade “in company”;
  13. Melhoria da comunicação interna: aprimorar o uso de murais, monitores de tv, e-mails; criar parcerias efetivas com Empresas Juniores, Atléticas, Centros Acadêmicos e DCE. Ampliar o diálogo com Reitoria e Sindicatos;
  14. Melhoria da comunicação externa: mapear públicos de interesse, planejar ações, criar ferramentas de interação; criar política de maior presença do campus na imprensa: criação de um banco de professores para entrevistas sobre assuntos; incentivar ações de extensão e sua maior divulgação.

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E SEUS NÚCLEOS DE COMPETÊNCIA

  1. Incentivo à participação colaborativa de membros da comunidade do campus em órgãos representativos tais como INEP/MEC, FIEP, Conselhos de Classe, Fundação Araucária e Conselhos de Segurança (CONSEGs), para ampliar a contribuição institucional em assuntos diretamente afetos às nossas áreas de atuação, abarcando gestão, ensino, pesquisa, extensão, segurança e processos de avaliação;
  2. Ampliação da abrangência e consolidação da atuação do FOREC – Fórum Empresarial e Comunitário do campus e da Rede Empreendedora UTFPR Curitiba, recém-implantada, com significativa adesão de parceiros;
  3. Aprimoramento da oferta e da integração dos eventos institucionais (Dia da Indústria/Tecnológica Destaque, Feira de Cursos e Profissões/#Tecnológica e outros), assim como recriação e incentivo aos eventos integrados com a comunidade e o setor produtivo, como a Mesa Redonda com Profissionais de RH, o Café Tecnológico e o ENCOM;
  4. Flexibilização da atual relação universidade-fundação, com foco e “apoio” nas reais necessidades dos nossos extensionistas e pesquisadores. Uma vez exauridas todas as possibilidades sem se chegar a bom termo, liberação para a formatação e abertura de novas fundações e possibilidade de contratação de fundações externas, via licitação;
  5. Institucionalização de Núcleos de Competência (NC), a fim de incentivar que professores e técnicos-administrativos extensionistas se unam para constituir estes núcleos com apoio institucional, integrando suas atividades aos objetivos da universidade. Ao mesmo tempo, regulamentar a atuação desses núcleos como uma unidade administrativa, propiciando maior flexibilidade na execução de projetos e no gerenciamento e aplicação dos recursos, com autonomia e responsabilidade;
  6. Integração dos estudantes das sedes, com a criação das Olimpíadas UTFPR-CT (promover disputas esportivas entre os estudantes, em diferentes modalidades). Incentivar, em tratativas com a PROREC, a ampliação da competição em nível institucional, unindo atletas de todos os campi da UTFPR. Usar o esporte como um fator de integração;
  7. Elaboração de projetos em parceria e construção de Centros Culturais (na sede Centro, por meio da reforma de construções existentes na Av. Silva Jardim/Westphalen; e na sede Neoville, incluindo a construção da Concha Acústica do Campus Curitiba da UTFPR, como espaço de apresentações artísticas);
  8. Institucionalização de programa de apoio permanente ao empreendedorismo e projetos sociais (por exemplo, projeto Teto e demais instituições de terceiro setor ou movimentos sociais);
  9. Incentivo ao desenvolvimento de atividades de extensão como processo de atualização e adequação das práticas de ensino-aprendizagem;
  10. Criação de portfólio institucional e portal de tecnologia, com investimento em espaço em nuvem para o compartilhamento de projetos e a criação da Rede de Extensão do Campus Curitiba (RECC), que disponibilizará informações do potencial de extensão para o público interno e externo, aperfeiçoando o Guia de Fontes Institucional;
  11. Aprimoramento e intensificação do serviço “Vigília de Editais”, fazendo com que a comunidade acadêmica receba diariamente todas as informações importantes acerca de oportunidades de submissão de projetos, participação em eventos e estabelecimento de parcerias nas áreas de interesse;
  12. Institucionalização da área cultural no Campus Curitiba, articulando uma rede interdisciplinar unindo cultura e demais áreas do conhecimento, associando a cultura à tecnologia e vice-versa, em consonância com o Plano de Cultura da UTFPR, recentemente aprovado no COUNI. Para isso:
    1. repensar, reformar e criar novos espaços culturais no campus, com recursos próprios e também buscando recursos da iniciativa privada, estabelecendo parcerias e por meio de editais de patrocínio;
    2. discutir e regulamentar as atividades artísticas/grupos artísticos do campus;
    3. capacitar servidores na área de produção cultural, em parceria com órgãos internos e externos parceiros (Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Cultura do Estado do Paraná, etc);
    4. estudar alternativas para a ampliação do quadro de colaboradores na área cultural do campus, incluindo um produtor cultural;
    5. ampliar o diálogo com entidades e produtoras culturais do município e do estado, públicas e privadas;
    6. incentivar a aproximação das atividades culturais dos departamentos acadêmicos e a criação de disciplinas de cunho cultural nos nossos cursos de graduação;
    7. defender a autonomia dos grupos artísticos históricos já estabelecidos dentro da instituição, com discussão sobre possível descentralização de orçamento anual para a cultura e abertura de editais específicos para a cultura;
    8. incentivar o ingresso da comunidade externa nas atividades culturais do campus, melhorando a acessibilidade física em dias de eventos em nossos espaços, propiciando apoio e segurança; e
    9.  associar a inovação da arte e da cultura para gerar soluções urbanas em projetos de interesse da comunidade, como, por exemplo, os baseados no quadro Noite Estrelada, de Van Gogh (Holanda, https://www.youtube.com/watch?v=wEe8firurCY), e na escultura musical The Singing Tree (Inglaterra, https://www.youtube.com/ watch?v=dRYlblqXUmk).

FORMAÇÃO E A PRÁTICA ACADÊMICA

  1. Elaboração e aplicação de uma política de valorização da prática docente que seja inclusiva, que respeite a cultura local, a diversidade, a identidade do Campus Curitiba e da UTFPR e, principalmente, a atividade fim, primando pela formação de profissionais cidadãos por meio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
  2. Gestionamento junto aos Conselhos para que haja a regulamentação de forma específica da atividade de estágio das licenciaturas, que atualmente utilizam regulamento único da instituição com características mais voltadas aos cursos de bacharelado, o que prejudica a formação de seus estudantes e a atividade docente. Também o desenvolvimento de projetos integradores deve ser estimulado e devidamente reconhecido como prática de ensino;
  3. Apoio ao desenvolvimento dos cursos e programas à distância (EaD), capitaneados pela COTED-CT, destinando investimentos à tecnologia, profissionais, Ambientes Virtuais de Ensino e Aprendizagem (AVEAs) e novas pesquisas para a melhoria e fortalecimento dessa modalidade;
  4. Desenvolvimento de um plano de incentivo e aplicação de metodologias ativas de aprendizagem (como a “sala de aula invertida”) nos projetos pedagógicos dos cursos ofertados no campus;
  5. Criação de política de intercâmbio e mobilidade com outros campi, com efetivo trabalho em rede entre os cursos de mesma denominação (incluindo aqueles com interfaces comuns), permitindo a discussão, aprimoramento e troca de experiências das práticas de ensino, extensão e pesquisa. Somos a única universidade brasileira que oferta diversos cursos homônimos em diferentes campi e, apesar deste número significativo, não há uma política de qualificação institucional que se aproveite exatamente desta oportunidade;
  6. Oportunização, por fomento institucional, da realização conjunta de semanas acadêmicas, aquisição de softwares e equipamentos e o desenvolvimento de projetos de interesse comum, potencializando os recursos humanos e as facilidades laboratoriais existentes, com vistas a facilitar a produção de conhecimento;
  7. Questionamento e apresentação de soluções para a política de gestão institucional atual que não permite a contratação de docentes no regime parcial de 20 horas, impedindo que a Universidade Tecnológica disponha também de mais profissionais experientes provenientes do parque fabril e de organismos importantes da sociedade civil organizada;
  8. Fortalecimento de práticas pedagógicas de formação do “ser humano cidadão” nos cursos ofertados no campus, com a proposição de um projeto piloto para um novo modelo dos Projetos Pedagógicos dos Cursos – PPCs, com vistas a garantir um perfil de egresso atualizado e competitivo, com a qualidade de formação necessária;
  9. redefinição do papel e da interação necessária das áreas de Ciências Humanas com as demais áreas da UTFPR;
  10. Estudo e implantação de mecanismos para elaboração de indicadores de desempenho de cursos;
  11. Motivação dos corpos docente e discente para as atividades didáticas e complementares, por meio da integração institucionalizada destas com as atividades profissionais correlatas ao curso, readequando mecanismos interativos como mesas redondas, encontros com representantes de RH das empresas, café com empreendedores, ENCOM e outros, como mecanismo de discussão e atualização;
  12. Criação do Seminário de Educação do Campus Curitiba da UTFPR, sob a coordenação do DEPED/DIRGRAD, com a participação de pesquisadores, pedagogos e coordenadores de cursos;
  13. Contribuição no estabelecimento de contatos e promoção da expansão de oportunidades em atividades de graduação “sanduíche” e graduação com dupla diplomação;
  14. Disponibilização de ambientes físicos comuns aos departamentos acadêmicos, adequados e equipados com as facilidades laboratoriais básicas necessárias para apoio prático das atividades nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e Projetos Integradores (PIs);
  15. Investimento na formação de uma estrutura de atendimento multidepartamental, que englobe metodologia científica, gestão e desenvolvimento de projetos, desenvolvimento de protótipos, tecnologia e informação, articulação e integração empresarial e apoio jurídico e proteção intelectual.

CADEIAS DE PESQUISA

  1. Estabelecimento de diálogo com todos os programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado) do campus, associados direta ou indiretamente aos departamentos acadêmicos existentes, com vistas ao fortalecimento da pós-graduação, associado ao apoio à estruturação e implantação de novos programas (como, por ex., o já apresentado pelo DAESO), com incentivo a publicações de qualidade e à incorporação de novos docentes;
  2. Inserção de uma política de pesquisa em rede, inclusiva e articulada, entendendo que nossos atuais programas foram criados em momentos diferentes da história e, portanto, desenvolveram estruturas e condições de pesquisa díspares tanto em relação aos próprios pesquisadores como aos ambientes e facilidades laboratoriais. O compartilhamento de experiências será salutar a todos;
  3. Oferta de editais internos locais de fomento à pesquisa de forma que todas as áreas do conhecimento tenham reais chances de participar, respeitadas as suas particularidades. A criação de cadeias de pesquisa visa estruturar e articular os ativos de pesquisa das áreas do conhecimento do campus;
  4. Criação da figura do regente da cadeia de pesquisa por área, a quem será atribuída a corresponsabilidade de coordenar o desenvolvimento da cadeia, a partir de aporte financeiro e de logística, segundo política da DIRPPG;
  5. Criação de portfólio de laboratórios, centros e núcleos de pesquisa (CITEC, NPT e outros) existentes no campus, em suas três sedes, juntamente com seus equipamentos e facilidades laboratoriais, e criar uma rede neural de laboratórios multiusuários que propicie pesquisas cooperadas interdepartamentais, intercampi e interinstitucionais;
  6. Criação de mecanismos para incentivar a contratação de pesquisadores visitantes;
  7. Incentivo e ampliação dos programas de iniciação científica;
  8. Incentivo e apoio à participação de pesquisadores em eventos internacionais e publicação de artigos qualificados, por intermédio de política institucional de financiamento de traduções e de pagamento de taxas de publicação e de inscrição em eventos.

ATIVIDADE EMPREENDEDORA E PRÁTICA DA SUSTENTABILIDADE

  1. Incentivo à criação e instalação de novas Empresas Juniores, aliado a uma política de apoio à manutenção e ampliação das já implantadas e em funcionamento;
  2. Melhoria da infraestrutura de apoio e gerenciamento dos programas do Hotel Tecnológico e da Incubadora de Inovação Tecnológica – IUT;
  3. Promoção da interação das atividades de ensino, pesquisa e extensão com os programas de empreendedorismo;
  4. Implantação de mecanismos de apoio que facilitem a integração dos recursos de tecnologia do campus em benefício dos docentes, alunos e ex-alunos participantes dos programas de empreendedorismo;
  5. Consideração da dimensão ambiental como componente essencial da excelência tecnológica, permeando-a em todas as áreas de conhecimento e em todas as atividades administrativas, de ensino, pesquisa e extensão universitária;
  6. Apoio à criação e a manutenção de programas e projetos na área da sustentabilidade;
  7. Investimento na abordagem e compreensão dos significados da sustentabilidade dentro de uma perspectiva interdisciplinar, onde se tem a presença da Ciência e da Tecnologia, cuja produção científico-tecnológica está a serviço dessa mesma estrutura social que lhe dá suporte;
  8. Incentivo à implantação de disciplinas específicas que tratem do tema sustentabilidade e do enfoque transversal deste tema em todas as atividades acadêmicas;
  9. Investimento na modernização, ampliação e expansão dos bicicletários nas três sedes, em conjunto com uma melhor estrutura de acesso e circulação e promoção de eventos institucionais regulares, internos e em parceria, que incentivem este meio de transporte sustentável entre estudantes, servidores e sociedade em geral;
  10. Investimento no reconhecimento do Escritório Verde como modelo da importância de se desenvolver iniciativas e pesquisas para uma prática sustentável, ampliando suas atividades para as demais sedes.

INOVAÇÃO

  1. Fomento, junto à comunidade acadêmica do campus, como um projeto piloto para a UTFPR, do estudo, estruturação e proposição de um novo modelo de gestão acadêmica e administrativa, baseada não mais em departamentos ligados à DIRGRAD, mas em faculdades (ou institutos). Essas faculdades passariam a ter nelas lotados professores de diferentes especialidades, de tal forma a proporcionar uma maior integração entre as diferentes áreas do conhecimento e tornar os cursos e programas autossuficientes. Conselhos administrativos e acadêmicos de cada faculdade passariam a ser deliberativos com relação aos assuntos diretamente afetos, e não apenas consultivos. Por conseguinte, haveria maior autonomia das faculdades, em comparação à atual dependência dos departamentos;
  2. Investimento em NITs – Núcleos de Inovação Tecnológica para as faculdades, da forma como preconizado pela Lei n. 13.243, de 11 de janeiro de 2016, que fundamentalmente promoveu a modernização das leis das fundações de apoio às universidades para promover estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação.